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quarta-feira, 20 de junho de 2018

A história de uma grande mulher

Bispo Márcio Silva


Rute: 1:1-18
Diante de tantas tragédias pessoais, Noemi decidiu buscar refúgio em seu próprio povo voltando para as terras de Israel (Rt 1:6). Ao comunicar sua mudança de volta para seu povo à suas noras, Noemi se surpreendeu ao se deparar com a decisão de uma delas. Enquanto Orfa decidiu permanecer em sua terra, Rute resolveu acompanhar Noemi em sua jornada. Mesmo quando Noemi insistiu para que ela ficasse, estas foram as suas palavras:
“Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e aí serei sepultada; faça-me o SENHOR o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti.” Rt 1:16-17 
Noemi não foi esquecida por Deus. Rute, sua nora, foi levantada por Deus para ajudar Noemi. Rute deixou sua família e sua terra e adotou a cultura e religião de Noemi e do seu povo. Noemi não tinha materialmente nada para oferecer a Rute, mas Rute se tornou sua aliada fiel. Em Noemi e Rute, vemos um grande exemplo de bom relacionamento que Rute tinha com sua sogra e tinha também um grande sentimento de amizade e devoção pela por ela.
Rute preservou sua fé no Deus de Noemi apesar das circunstancias. Era pobre, mas assumiu uma postura de sustentar sua sogra. A conduta de Rute em favor da sogra encantou Boaz com quem ela veio a se casar.
Meu irmão, enquanto você trabalha no andar debaixo, Deus trabalha no andar de cima. Saia do cobertor do sofrimento “Oh vida, Oh azar” pois assim você nunca fará uma nova história. A vida não é só de turbulência e nem é só feita de sofrimentos. “Não há sol que sempre dure e nem tempestade que nunca passe”.
Vimos aí a tempestade que caiu sobre Noemi mas, agora, vemos as bênçãos derramadas em sua vida.
Devemos sempre ser gratos ao Senhor e confiar nas inúmeras promessas que existem na Sua Palavra.
É nestes momentos que sentimos as mãos do Senhor nos amparando e nos levantando.
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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Oração sacerdotal de Jesus

Bispo Márcio Silva

Jesus deseja que sua unidade com seu Pai contagie os discípulos e se espalhe por toda a Igreja em todos os tempos. Não é a unidade organizacional, denominacional, institucional, mas orgânica, a unidade do corpo vivo de Cristo.
Jesus termina sua intercessão afirmando que o mundo não conheceu ao Pai, mas os discípulos o conheceram, através do Filho. Ele declara que ainda vai revelar o Pai com mais intensidade aos discípulos, e, por extensão, ao mundo, em seu último e decisivo ato messiânico na cruz. Seu desejo final e mais relevante é que o amor de Deus esteja nos discípulos e em todos os que nele crerem. Antes de exigir dos salvos obediência às suas próprias regras, leis, estatutos e juízos, ele quer que seu amor transborde neles para que possam “cumprir espontânea e prazerosamente todos os seus preceitos”.

A parte que nos cabe, então, é seguir o exemplo dado por Jesus e aplicar esta lição à nossa vida intercedendo pela verdade e pela santidade, pela missão evangelizadora e pela unidade espiritual da Igreja de Cristo.

De fato, é impressionante a oração feita por Jesus em João capitulo 17. Momentos antes da pior hora, a hora do gemido, da dor, da morte, ele deixa sair do fundo de sua alma, palavras profundas, emocionantes, vibrantes, que enchem nossos corações de esperança.

Sua íntima comunhão com o Pai é manifestada como o modelo para a nossa comunhão uns com os outros e com eles.
Sua eterna unidade com o Pai é revelada como o molde da nossa comunhão com os salvos e com eles.
Sua misericordiosa compaixão para com os ainda não salvos é a inspiração para o nosso mover em direção a estes, repartindo-lhes o Pai e o Filho.
Que as profundas e ricas palavras de Jesus nessa extraordinária oração entrem profundamente em nossos corações e transformem nossa vida substancialmente.
Amém!
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quarta-feira, 6 de junho de 2018

O que significa ter temor a Deus?

Bispo Márcio Silva

“O temor do SENHOR é fonte de vida para evitar os laços da morte” (Provérbios 14:27).
Cada pessoa tem a opção de buscar o conhecimento de Deus para aumentar o seu temor do Senhor: “Vinde, filhos, e escutai-me; eu vos ensinarei o temor do SENHOR” (Salmo 34:11). Da mesma maneira, podemos rejeitar este entendimento e desprezar o temor de Deus: “O temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino.... Porquanto aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do SENHOR” (Provérbios 1:7,29).
Esse respeito para com Deus é essencial para o crescimento da igreja, como observamos na igreja primitiva (Atos 9:31). Pessoas que já conhecem a palavra e demonstram o temor do Senhor, naturalmente falarão a outros, oferecendo-lhes a mesma esperança (2 Coríntios 5:11).
Provérbios 1:7 declara: "O temor do SENHOR é o princípio do saber...". Até compreendermos quem Deus é, e até desenvolvermos um temor reverencial a Ele, não podemos obter sabedoria verdadeira. Sabedoria verdadeira tem sua origem apenas na compreensão de quem Deus é, que Ele é Santo, justo e correto. Deuteronômio 10:12, 20-21 afirma: "Agora, pois, ó Israel, que é que o SENHOR requer de ti? Não é que temas o SENHOR, teu Deus, e andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma... Ao SENHOR, teu Deus, temerás; a ele servirás, a ele te chegarás e, pelo seu nome, jurarás. Ele é o teu louvor e o teu Deus, que te fez estas grandes e temíveis coisas que os teus olhos têm visto." O temor de Deus é a base para andarmos em Seus caminhos, e para servirmos e amarmos a Ele.

Os crentes não devem ter "medo" de Deus. Não há nenhuma razão para que tenhamos medo dEle. Temos a Sua promessa de que nada pode nos separar do amor de Deus (Romanos 8:38-39). Temos a Sua promessa de que Ele nunca vai nos deixar ou nos abandonar (Hebreus 13:5). Temer a Deus significa ter uma reverência por Ele tão grande, que vai certamente influenciar como vivemos nossas vidas. Temer a Deus é respeitá-lO, submeter-se a Ele e louvá-lO com admiração.
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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Parábola do bom samaritano

Bispo Márcio Silva


 “Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: Quem é o meu próximo?” (Lucas 10. 29).
Essa parábola originou-se da pergunta de um intérprete da lei um advogado e também religioso, que buscava testar Jesus.
Buscando responder a essa pergunta, Jesus conta uma história: O cenário dessa parábola é o caminho entre Jerusalém e Jericó. Um homem, viajando por esse caminho, veio a ser interceptado por bandidos que, depois de o roubarem, ainda o deixaram gravemente ferido.
Três personagens são inseridos por Jesus na história: Um sacerdote, um levita e um samaritano. O sacerdote e o levita eram religiosos que estavam descendo de Jerusalém, o que indica que provavelmente voltavam de cultuar a Deus, já que o templo de adoração dos judeus ficava em Jerusalém.
Esperava-se deles que fossem praticantes da palavra de Deus, pois a conheciam. Eles sabiam o que tinham de fazer. Já o samaritano era considerado pelos judeus uma pessoa de segunda qualidade, indigna, pois eram inimigos. O detalhe da história é que o sacerdote e o levita nem ligam para o homem que acabara de ser assaltado e agredido, mas o samaritano faz de tudo para salvar esse homem.

Jesus critica aqui a falsa religiosidade. A falsa religiosidade é o ato de apenas ter uma religião, praticar rituais ou aparentar ser um crente. É a hipocrisia, a falsidade. O sacerdote e o levita deveriam exercitar seu amor por alguém que precisava, já que tinham o conhecimento da vontade de Deus.
O samaritano, que era visto tradicionalmente como o "bandido", desprezado, de raça mestiça e de religião profana, presta amorosos cuidados ao judeu ferido. E corre o risco de também ser assaltado e ferido por ladrões.
Ele move-se de íntima compaixão, pois tinha à sua frente um semelhante em perigo de morte, isso foi bastante para que detivesse o seu caminho e usasse de misericórdia para com o judeu ferido.
Majestosamente em seu ensinamento, o Mestre termina a parábola do bom samaritano, levando o escriba doutor da lei a concluir por si mesmo a moral que encerrava esta linda história.
O doutor da lei, não pôde deixar de reconhecer o ensinamento de Jesus, o Mestre tinha desbaratado as primeiras intenções do escriba.
E este doutor da lei estava deveras preso na sua religiosidade exacerbada. Bastava em sua resposta dizer que o próximo do judeu ferido foi o samaritano, mas o escriba no seu odioso preconceito religioso, não consegue dizer "foi o samaritano".
O principal do ensinamento de Jesus, não é determinar quem é o nosso próximo, mas que nós venhamos a nos conscientizar de que devemos fazer o bem a todos, sem distinção de raça, credo ou religião.
Não podemos deixar de ver, e ignorar a dificuldade do nosso irmão. Precisamos ajudar, fazer o bem a todos.
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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Paradoxos aparentes - Fé ou Obras?

Bispo Márcio Silva.

"A salvação é somente pela fé ou mais as obras?" Sou salvo apenas por crer em Jesus ou tenho que crer em Jesus e fazer certas coisas?
Um exemplo disto é que Paulo ensina em Gálatas 3:6 que "Abraão creu em Deus, e isto lhe foi imputado para justiça" (Gálatas 3:1-5; Romanos 4:2) enquanto Tiago diz, em Tiago 2:21, "Não foi por obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque?"
Afinal de contas, como Abraão foi salvo? Ou ainda, como qualquer pessoa pode ser salva? Por fé ou por obras? A alternativa que muitas pessoas escolhem diante de desafios como este é ficar apenas com uma parte do ensinamento, geralmente aquele que representa menor dificuldade para praticar. Neste caso, muitos têm defendido que basta um ato de pura fé, sem obra alguma, para uma pessoa ser salva.
Esta talvez seja a mais importante pergunta em toda a Teologia Cristã. Esta pergunta motivou a Reforma: a separação entre a igreja Protestante e a igreja Católica.

Compare Romanos 3:28, 5:1 e Gálatas 3:24 com Tiago 2:24. Há quem veja uma diferença entre Paulo (a Salvação é somente pela fé) e Tiago (a Salvação é pela fé mais as obras). Na verdade, Paulo e Tiago, de maneira alguma, discordam entre si. O único ponto de discordância que alguns afirmam existir é a respeito da relação entre fé e obras. Paulo diz que a justificação se dá somente pela fé (Efésios 2:8-9) enquanto Tiago aparentemente está dizendo que a justificação é pela fé mais as obras. Este aparente problema é resolvido ao examinarmos com precisão sobre o que discorre Tiago. Tiago está negando a crença de que a pessoa possa ter fé sem produzir quaisquer boas obras (Tiago 2:17-18). Tiago está enfatizando o argumento de que a fé genuína em Cristo produzirá uma vida transformada e boas obras (Tiago 2:20-26). Tiago não está dizendo que a justificação se dá pela fé mais as obras, mas, ao invés disso, diz que a pessoa que é verdadeiramente justificada pela fé produzirá boas obras em sua vida. Se uma pessoa afirma ser crente, mas não produz boas obras em sua vida - então ela provavelmente não tem fé genuína em Cristo (Tiago 2:14, 17, 20, 26).

Paulo escreve o mesmo. O bom fruto que os crentes devem produzir em suas vidas é citado em Gálatas 5:22-23. Logo depois de nos dizer que somos salvos pela fé, não por obras (Efésios 2:8,9), Paulo nos informa que fomos criados para as boas obras (Efésios 2:10). Paulo espera tanto de uma vida transformada quanto Tiago. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Coríntios 5:17)! Tiago e Paulo não discordam em seus ensinamentos sobre a salvação. Eles abordam o mesmo assunto sob diferentes prismas. Paulo simplesmente enfatizou que a justificação vem somente pela fé enquanto Tiago enfatizou o fato de que a fé em Cristo produz boas obras.
Neste caso, é fácil perceber que Paulo e Tiago estão dizendo a mesma coisa, embora com ênfases diferentes. Para Paulo, a questão é que Abraão não teve uma vida sem desvios a ponto de conquistar a salvação. Como todos os homens, ele pecou em algum momento (Romanos 3:23) e não tinha as obras perfeitas. Logo, ele foi salvo pela fé! Para Tiago, a questão é que foram as obras de Abraão em especial o quase sacrifício de Isaque que provaram a sua obediência até o fim, demonstrando que sua fé era viva.
Tiago e Paulo também ensina que a fé sem obras é morta e pessoas que vivem assim não serão salvas.
Devemos escolher entre a confissão sem as obras? ou somente pela fé? Bom é certo de que cada um de nós comparecerá perante o tribunal de Cristo para sermos julgados de acordo com nossas obras (2 Coríntios 5:10).

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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Moisés, modelo para nós

Bispo Márcio Silva


"E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito" (2 Coríntios 3:1-18).
Este texto destaca comparações e contrastes entre nós e Moisés. Nós, como Moisés, contemplamos o Senhor com a face desvendada. E, como ele, nosso rosto é transformado e começa a luzir com a glória do Senhor. Isto não é físico, em nosso caso, mas representa a radiante transformação espiritual que experimentamos. Cada cristão, em certo sentido, repete as experiências de Moisés.
 
Há diferenças entre nós e Moisés. 1. Diferente da situação dos israelitas, todo discípulo hoje contempla o Senhor. Nos dias do Sinai, somente o guia, Moisés, viu-o. O povo, por causa da culpa do pecado, era incapaz de contemplar o Senhor, ou de ver o resplendor da face de Moisés. Agora que a culpa dos pecados do cristão foi perdoada por Cristo, ele pode contemplar a glória de Deus na face de Cristo (4:6) e ansiosamente antever a contemplação final da glória do Senhor no céu (João 17:24). 2. Também, diferente de Moisés, nosso rosto não deve ser vendado. A luz de Cristo dentro de nós não deve ficar escondida; antes, outros devem ver a glória do Senhor refletida em nossa 'face', em nosso caráter. 3. Finalmente, somos diferentes de Moisés no fato que a glória de Moisés desvaneceu, e a nossa deve intensificar "de glória em glória"
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RESOLVI LIGAR PARA O APOSTOLO PAULO


*ESTAVA PROCURANDO UMA IGREJA PERFEITA E RESOLVI LIGAR PARA O APOSTOLO PAULO*
👱🏻‍♂_ Alô! É o Apostolo Paulo?
🧔🏻_ Sim é ele!
👱🏻‍♂_ A paz do Senhor Jesus!😅
🧔🏻_ Amém, irmão!
👱🏻‍♂_ Desculpe o incômodo, Apóstolo, mas estou precisando da sua ajuda. É que ando decepcionado com muita coisa na igreja a qual pertenço e estou a procura de uma Igreja perfeita.🤔 Estou pensando em congregar em Corinto. Ela é uma igreja ideal?😳
🧔🏻_ Olha, a Igreja de Corinto tem grupinhos (1Co 1.12), tem inveja, contendas (1Co 3.3), brigas que vão parar nos tribunais de justiça comum (1Co 6.-11), e tem até alguns fornicadores (1Co 5.1).🤷🏻‍♂
👱🏻‍♂_ E a Igreja de Éfeso?😁
🧔🏻_ É uma Igreja alicerçada na Palavra (At 20.27), mas, ultimamente, tem muita gente sem amor por lá (Ap 2.4).😕
👱🏻‍♂_ Então, penso em ir congregar em Tessalônica.🙂
🧔🏻_ Lá tem alguns que andam desordenadamente e não gostam de trabalhar (2Ts 3.11).😒
👱🏻‍♂🤔Hum! Tá difícil, heim, apóstolo?! E se eu for para a igreja de Filipos?😟
🧔🏻_ Filipos até que é uma igreja boa, mas tem duas irmãs lá que se chamam Evódia e Síntique que se desentenderam e estão sem conversar uma com a outra (Fp 4.2).😒
👱🏻‍♂_ Então, acho que vou mudar para Colossos para começar a congregar lá.😌
🧔🏻_ Olha, em Colossos tem uns hereges que estão tumultuando o ambiente. Tem um grupo lá que está até cultuando a anjos (Cl 2.18).🤷🏻‍♂
👱🏻‍♂_ Que coisa! 🤨E se eu for para para a igreja dos Gálatas?
🧔🏻_ Bem, lá tem alguns crentes se mordendo e devorando uns aos outros (Gl 5.15).😞
👱🏻‍♂_ Não sabia que era tão difícil achar uma igreja perfeita.😞
Entrei em contato com o Apóstolo João para saber se a igreja de Tiatira seria ideal, mas ele me disse que os irmãos lá tem tolerado uma mulher que se diz profetisa e que tem fomentado a prostituição e a idolatria (Ap 2.20).
Pensei, então, na possibilidade de ir para Laodiceia, mas João me disse que seus membros estão muito longe da perfeição, pois são orgulhosos, materialistas e mornos espiritualmente (Ap 3.16).😪
Perguntei sobre Pérgamo, e João me disse que lá tem alguns que seguem as doutrinas dos nicolaítas e de Balaão (Ap 2.14-15).
😔Sabe, irmão Paulo, já pensei em ir para a Igreja Central em Jerusalem, mas ouvi dizer que tem muita gente preconceituosa lá (Gl 2.12,13), além de murmuradores (At 6.1) e alguns mentem ao ministério buscando destaque na comunidade (At 5.1-11).
👱🏻‍♂_E agora, como faço, Paulo?😟
🧔🏻_ Você precisa entender que não existe igreja perfeita, por ser composta por seres humanos. 🙄
Há joio no meio do trigo e muitos crentes genuínos que estão em processo de aperfeiçoamento, alguns mais maduros e outros ainda muito imaturos.
Em breve estaremos na Igreja perfeita, a Igreja dos primogênitos, assembleia universal dos santos de Deus, que estão inscritos nos céus (Hb 12.23).😌
Meu conselho é que desista de procurar uma Igreja perfeita, e seja você a igreja perfeita; e assim passe a procurar uma igreja com líderes sinceros e que estejam bem firmados na sã doutrina. Não deixe de congregar (Hb 10.25). 😌
Coloque-se à disposição de Deus para se tornar um membro saudável na edificação do Corpo de Cristo para a salvação de muitos e para a glória de Deus (Ef 4.1-16).
Quando for à igreja, não vá pensando que o culto vai te agradar,😒 mas vá à igreja oferecer UM CULTO AGRADÁVEL AO SENHOR JESUS!

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